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Inteligência emocional em meio a crise em 3 etapas

Bons empreendedores, ou melhor, gestores que possuem uma visão holística sobre como deve funcionar o crescimento empresarial, costumam dedicar um tempo anualmente, trimestralmente ou a cada x anos para elaborar um planejamento estratégico à suas empresas.

A elaboração de um planejamento estratégico pode ter duração de vários meses ou anos, e leva em consideração fatores internos de uma empresa, mas também externos. E com a virada de cada ano, a expectativa de todo empreendedor é que o novo ano seja melhor que o anterior, seja em fatores econômicos, sociais ou culturais da empresa.

Porém, o que não se leva em conta na criação de um planejamento, são crises emergentes que pegam qualquer um de surpresa e viram de ponta cabeça todos os planos que a gestão havia elaborado.

É o caso de 2020. Se identificou?

Em situações como esta se torna mais difícil, contudo ainda mais importante, manter a sanidade e a mente focada na resolução de problemas. Mesmo que eles surjam o tempo inteiro em intensidades diferentes. 

Falar a assumir a importância da inteligência em meio a crise (e em todos os momentos) é necessário e é sobre isso que este conteúdo irá abordar. Continue a leitura e entenda como seu cérebro reage à situações assim e o que fazer.

Como o cérebro reage

Como seres humanos, as pessoas podem ter certa dificuldade em entender e assumir que não possuem controle sobre o que acontece em nossas vidas, sejam nas relações interpessoais, ou no mercado e mundo em geral.

A crença de que se tem controle sobre algo acaba fazendo com que uma pessoa fixe-se em determinado entendimento ou situação, limitando aquilo a algo que não pode ser mudado.

No curso de Inteligência Emocional disponível na plataforma da Umentor, nosso parceiro Uaraci Ballotin traz este conceito ao ambiente empresarial. Pensando naqueles fatores citados anteriormente sobre planejamento estratégico: tudo que for interno da empresa (microambiente) é possível possuir certo controle sobre, mas os fatores externos (macroambiente) estão completamente fora de alcance. 

Por isso, acaba sendo um “tapa na cara” para muitos empreendedores quando algo sai do seu controle.

João Kepler, mais um dos parceiros da Umentor, fala que pessoas que possuem uma mentalidade mais focada em finanças e gestão e não apenas em vendas e negócios conseguem com mais habilidade encontrar soluções e saídas. 

A dica do investidor é dar uma pausa no instinto de vendas, e focar de fato na gestão e reestruturação dos processos da empresa. “Quem fizer isso vai ter um 2021 fantástico”, diz João em uma live chama “é na crise que podemos ter ideias incríveis” feita em parceria com a Umentor.

O instinto humano é a busca pela sobrevivência.

Em situações que saem do controle, este instinto humano é ativado e com ele vêm o medo. E toda aprendizagem humana é baseada em medo.

O medo não é algo positivo ou negativo, mas é considerado necessário e um efeito de aprendizagem. Ele é uma parte importante e insubstituível do processo de aprendizagem. Sem medo não se aprende algo diferente e nem se contrui novos pontos de vista.

Quando o medo está em um nível muito elevado, é aí que se encontram os gatilhos mentais que acionam medo inconscientes e infelizmente acabam limitando uma pessoa. Por isso algumas metas e objetivos podem não sendo conquistados, ou no caso de uma crise, os problemas não são solucionados.

É aí que o estado inconsciente precisa ser acionado. Com isso, uma pessoa é capaz de mudar o ator atuante em determinadas situações. Exemplo: em determinado momento você pode ser a vítima em alguma situação, em outro se posiciona como um realizador.

Se sua empresa está com dificuldades financeiras por conta da pandemia, é preciso ativar o modo realizador, e desativar a vítima que há dentro de seu eu-empreendedor. Basta associar sua mente ao ambiente correto. 

Como alcançar a inteligência emocional em meio a crise

A descrença ou falta de esperança são fatores característicos e muito vistos em 2020. Muitas empresas, empreendedores e profissionais se viram preocupados e desacreditados nas possibilidades de melhoria

É aí que destacam-se empresas que enxergam uma luz no fim do túnel e conseguiram transformar suas realidades. É o caso, por exemplo, das empresas locais que adaptaram seu modelo de trabalho para o regime home office e perceberam que o rendimento pode ser ainda melhor neste formato. Ou ainda o surgimento de novos pequenos negócios, predominantemente familiares e gastronômicos, como venda doces gourmets.

Eis que é preciso desenvolver habilidades emocionais para saber lidar com uma crise. Mas como?

O mentor Uaraci Ballotin explica no curso de Inteligência Emocional que as tendências inconscientes do cérebro possuem um nível mais elevado em momentos de estresse, e assim é ativado o instinto natural de sobrevivência. 

O autoconhecimento é importante para este processo para saber como você lida com as situações de estresse. Pois a partir deste conhecimento poderá observar como seu próprio comportamento instintivo funciona.

Por fim, separamos algumas dicas dadas por Uaraci no curso, para atingir o estado de Inteligência Emocional em meio a crise e aplicar no seu dia a dia:

Etapa 1: Silenciar a si mesmo

Silenciar a si mesmo consiste em aquietar o máximo possível a mente. A tal ponto que consiga sentir e resgatar no seu inconsciente informações sobre como seu cérebro lida com estresse.

Alguém que entende muito de si, ou seja, possui um ótimo autoconhecimento, possui um poder e facilidade maior em praticar esta etapa.

O presente é, basicamente, a consequência de processos comportamentais que ocasionam determinados tipos de decisões.” 

Etapa 2: Auto orientação

A etapa de auto orientação ocorre após você conseguir observar seu próprio comportamento diante a situação. Então, através desta auto análise você encontrará o comportamento ideal ou mais adequado para melhor resolver a situação.

Ela é um estimulante para a auto análise.

Etapa 3: Inteligência emocional

Aqui entra a capacidade de entender as análises feitas na observação das suas reações e comportamentos. Para então, aplicá-las a favor da situação que você está tentando resolver.

A capacidade de usar o foco começa a ser aprimorada com o seguimento destas etapas.

Além disso, João Kepler ressaltou durante a live com a Umentor a importância de ser colaborativo sempre, e principalmente em meio a crise. Um time engajado é fundamental em qualquer situação, porém está característica se intensificada quando todos os membros de uma equipe estão com seus instintos de sobrevivência ativados. A participação de time aumenta aumenta a sinergia e geração de ideias.

E manter uma equipe engajada depende de uma boa gestão de pessoas.

Gostou deste conteúdo? Se quiser assistir a live completa “É na crise que podemos ter ideias incríveis” clique aqui.

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