
Recrutamento e seleção baseado em dados: Escolhendo talentos
Recrutamento de seleção baseado em dados? Sim, você leu certo, isso é mesmo possível. E aqui vai um spoiler: isso vai te ajudar a escolher os talentos certos para sua empresa!
Viu, responde para gente: como você tem escolhido os talentos para fazer parte da sua base de colaboradores?
- Tem usado apenas currículos e entrevistas tradicionais?
- Aplicado testes técnicos aqui e ali?
- Ou simplesmente anunciado uma vaga no LinkedIn e Instagram, cruzando os dedos pra alguém responder: “eu, eu, me escolhe!”? 😅
Tá, a gente sabe que essas iniciativas fazem parte do escopo de recrutamento e seleção, mas ó, ficar refém delas é arriscado.
Você pode acabar contratando profissionais que não necessariamente se alinham à cultura, aos objetivos e às necessidades do seu negócio. E o resultado disso todo mundo já sabe: baixa produtividade, alta rotatividade e, claro, aquela sensação de que o time nunca está completo.
Aqui na Umentor, a gente sempre foi fãnzaço de números e dados porque eles falam a verdade nua e crua sobre qualquer estratégia. E para quem acredita que eles só servem para áreas, como vendas, marketing e gestão, temos algo importante a dizer: esse pensamento está equivocado.
Dados podem – e devem – ser aplicados em qualquer área empresarial, inclusive no RH, e podem nos ajudar de muitas formas, até mesmo a escolher os talentos certos para o time.
“Dados no recrutamento e seleção? Como assim? 😱”
Vem que a gente te conta!
Como funciona o recrutamento e seleção baseado em dados
O recrutamento e seleção baseado em dados nada mais é do que o uso de métricas e inteligência analítica para tomar decisões mais estratégicas na hora de contratar talentos.
Ou seja, em vez de confiarmos só no feeling ou em processos tradicionais, a gente coleta, cruza dados e analisa as informações para entender melhor o perfil dos candidatos que mais se encaixam na nossa cultura, desafios e necessidades.
Através dessa abordagem, podemos:
- Prever quais candidatos têm maior chance de sucesso na nossa empresa;
- Identificar padrões de contratação que deram certo no passado;
- Reduzir erros comuns que geram turnover.
Resumindo: a gente para de “achar” que fez bem uma contratação para ter certeza de que a pessoa selecionada é o talento certo!
Quais dados eu preciso considerar no recrutamento e seleção
Você decidiu que quer usar dados para contratar melhor, ok… mas o que exatamente você terá que medir? Precisamos ir além do currículo e da experiência do candidato, e analisar indicadores que mostram quais talentos têm mais chance de dar match!
1- Perfil dos melhores talentos da empresa
Antes de sair caçando talentos por aí, dá uma espiada no seu próprio time! Quem são as pessoas que já mandam muito bem? O que elas têm em comum? Habilidades, mindset, experiências… tudo isso ajuda a criar um “mapa” para encontrar candidatos que têm esse mesmo brilho.
2- Taxa de aderência ao perfil da vaga
Não basta o candidato ser bom, ele precisa ser bom PARA A SUA EMPRESA. Dá para medir isso comparando currículo, testes técnicos e avaliações comportamentais com os critérios da vaga. Se a aderência for alta, parabéns: temos um match! Se for baixa, pode ser uma cilada, Bino.
3- Tempo médio de contratação
Se o processo seletivo está demorando mais do que maratonar uma série inteira, algo pode estar errado. Talvez os candidatos certos não estejam chegando ou as etapas estejam complicadas demais. Esse dado mostra se o recrutamento e seleção está fluindo ou se precisa de um ajustezinho.
4- Desempenho de novas contratações
Depois de trazer um novo talento para o time, acompanhe de perto o desempenho dele. Se você perceber que certos perfis, formações ou fontes de recrutamento trazem os melhores resultados, use isso para refinar seus próximos processos.
5- Fit cultural e alinhamento de valores
Técnica a gente ensina, cultura não. Se a pessoa não se identifica com os valores da empresa, pode ser questão de tempo até ela decidir pular fora. Testes e entrevistas focadas nesse fit cultural evitam frustrações dos dois lados, ok?
6- Taxa de retenção dos novos contratados
Se novos contratados estão saindo rápido demais, acenda um alerta vermelho. Expectativas desalinhadas? Processo seletivo falhando em identificar o perfil certo? A taxa de retenção ajuda a entender onde está o problema e a evitar que a nossa empresa vire um "entra e sai" de talentos.
Como escolher os talentos certos com base em dados
Agora que você já viu quais dados aplicar no recrutamento e seleção, bora colocar a mão na massa?
1- Olhe para os craques do seu time! 🌟
Quais habilidades, experiências e formações essas pessoas têm em comum? O que eles esperam alcançar, quais são seus objetivos e metas profissionais? Criar esse "mapa" vai ajudá-lo a procurar candidatos que tenham esse mesmo perfil.
2- Deixa que a tecnologia faça as contas! 💻
Ninguém merece ficar analisando currículo por currículo no feeling. Use ferramentas, como testes comportamentais, para fazer esse trabalho, cruzando dados e ajudando você a tomar decisões certeiras.
3- Fique de olho e ajuste a rota 🔄
Coletar dados e deixar eles mofando no drive? Nem pensar! Se os dados mostrarem que um canal de recrutamento não traz bons candidatos, teste outro. Se um perfil específico tem alto turnover, bora entender o motivo.
4- Testes: porque só papo furado não revela tudo 🎯
Entrevistas são legais, mas confiar só nelas não é bom. Testes técnicos, desafios práticos e avaliações comportamentais mostram o real potencial dos candidatos, sem espaço para achismos.
5- Onboarding nota 10 = retenção lá no alto! 🚀
Não adianta escolher o talento perfeito e jogar ele de qualquer jeito na empresa. Por isso, use também no processo de onboarding para entender o que funciona melhor, e garantir que ninguém fique perdido logo de cara.
E aí, curtiu o artigo? Sim? 😀 Então já corre ler também: “6 tendências de recrutamento e seleção para 2025”